Espaço destinado aos relatos críticos de andanças pelos botecos belo-horizontinos, assim como aos pitacos sobre outros lugares quaisquer.
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domingo, 30 de outubro de 2011

Parrillero - 21/10/2011


O Restaurante Parrillero, como o próprio nome diz, é especialista em carnes à moda platina, ou seja, preparadas na parrilla. Nela os cortes são assados em brasa incandescente, o que faz da técnica diferente daquela aplicada ao churrasco nosso de cada dia, cujo fogo é essencial. Não é a primeira visita que faço ao local, mas pela primeira vez não consideramos irretocáveis o serviço e a comida.

Situada em região nobre da Pampulha, há dois quarteirões da Lagoa, a casa dispõe de quatro ambientes, e nas sextas-feiras oferece aos clientes música ao vivo, destacando-se no repertório a MPB e o Pop Rock. Soubemos também que às quintas-feiras há apresentações de stand up, e nos finais de semana, quando abre durante o dia, o restaurante proporciona atrações aos pequenos, com seus viveiros e passeios de pônei.

O atendimento em geral é dos mais profissionais, mas dessa vez erraram feio ao não nos informar previamente sobre o encerramento da cozinha. Quando nos demos conta, por volta de meia noite e meia, nossa mesa estava ladeada por absoluto vazio, e o garçom já anunciava o encerramento do bar. Dessa forma, tivemos de deixar para outra ocasião novas rodadas do bom chopp da Backer (R$ 4,50), ou ainda experimentarmos alguma das cervejas artesanais da mesma marca, a partir de R$ 8,00, e muito menos poderíamos bebericar uma garrafa de Antarctica Original a R$ 5,90 cada.

Logo em nossa chegada havíamos devorado uma porção de asinhas de frango recheadas com bacon e salteadas com muçarela (R$ 28,50), cujo recheio passou longe. Também petiscamos uma razoável carne de sol na parrilla com mandioca cozida, muito regrada pelos R$ 36,60 que foram dispensados.

Como os pratos iniciais não foram suficientes para suprir as nossas expectativas naquela noite, arriscaríamos minutos depois com a morcilla (ou morcela). Como nem todos se apeteceram por aquele salsichão deveras feio, recheado principalmente por sangue coagulado, uma prosaica travessa de fritas como acompanhamento, vá lá. Mas a grande novidade do dia era a morcilla, que contudo foi devolvida na primeira prova, por estar demasiadamente fria. Na segunda tentativa pelo menos chegou morna, porém um pouco menos consistente do que esperávamos. Seja como for ainda me faltam parâmetros para avaliar essa iguaria típica, e por certo terei que visitar outras casas especializadas para então proferir o meu veredicto sobre a dita cuja. Considerando tão somente esta experiência no Parrillero, avalio que o patamar da morcila seja REGULAR, assim como é a cotação atual da casa.

Serviço:
Parrillero
Av. Portugal, 180 – Pampulha
Tel: 3496-9966
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domingo, 23 de outubro de 2011

Albanos - 12/10/2011


O Albanos é uma das mais premiadas choperias de Belo Horizonte, tendo arrematado não menos do que dez troféus da Veja como a número 1 da cidade. O chope, da Antarctica, é servido na tulipa de 300ml e oferecido em meia dúzia de versões, todas custando R$ 4,70. É bem tirado e levado à mesa com maestria pelos garçons, inteiramente profissionais. Aliás, devo dizer que o serviço foi bem conduzido desde a nossa recepção, quando a hostess nos levou a um simpático “banco de praça” que disponibilizam aos que aguardam vagar mesa.

A filial de Lourdes, escolhida para passarmos o final de tarde do dia 12 de outubro, fica instalada em um charmoso casarão de esquina no coração do bairro. Por lá um agradável ambiente, seja no amplo salão interno ou nas mesas dispostas no recuo do passeio. Também os banheiros, apesar de só existirem no segundo andar da casa, são modernos e razoavelmente limpos.

Dentre chopes claros e cariocas, resolvemos desbravar melhor o cardápio para escolhermos algum petisco. E foi a partir de então que o conto de fadas começara a desandar. Não que tenha acontecido alguma surpresa negativa, longe disso. O fato é que não fomos surpreendidos da maneira alguma, já que as opções que o Albanos oferece não encantam. São combinados, canapés e bolinhos, tudo aparentemente pasteurizado, e sem um quê de originalidade. Mas enfim, falemos da nossa escolha.

Em meio a folheadas e re-folheadas no cardápio, começamos a considerar desde o primeiro prato. Avistamos o item 1: batata frita, e logo em seguida o item 2: “batata do chef”, gratinada com queijo, bacon e orégano (R$ 17,00). Sim, uma porção nem frita e nem pesada seria perfeita àquele final de feriado em plena quarta-feira, e foi o que pedimos. Ocorre que, apesar de não descrito, as batatas (processadas, diga-se de passagem) são fritas antes de serem levadas ao forno para gratinar. O resultado é um frustrante trivial, típico de bares cuja cozinha não está dentre as prioridades.

A nossa expectativa não suprida lembrou-me de crônica que li certa vez sobre os botecos de BH, por sinal muito bem escrita por um paulistano (?), o JB. E é nesta altura que abro um parêntese, para ressaltar o quanto aprecio as impressões de forasteiros sobre os nossos bares e restaurantes, já que através das mesmas enxergamos, não raro, o lado cômico da nossa mineiridade. Vejo isto no blog
Cia dos Botecos, da paulista Vânia; no blog Cidade dos Bares, da amiga Suellen, que apesar de mineira morou a maior parte da sua vida em Curitiba; e no próprio blog Boteco do JB, cujos interessantes comentários sobre o Albanos e outros bares segue aqui.

Voltando à vaca fria, entendo haver em nossa mais famosa choperia um fosso entre a qualidade de serviço, bebidas e instalações, e a criatividade da sua cozinha. Como já ressaltei em
outro post, saio de casa e vou aos bares para, além de bebericar algumas, também comer bem. E quando não encontro cozinha que me satisfaça, tomo o rumo do próximo. Seja como for, faço questão de ressaltar mais uma vez as várias qualidades do Albanos, e de afirmar que farei novas visitas, na clara expectativa de escrever vários adendos às críticas que hoje teço.

Serviço:
Albanos
Rua Rio de Janeiro, 2076 - Lourdes
Tel: 3292-6221
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bar Particular - 11/10/2010

Não é de hoje que passo de frente à pequena loja ocupada pelo Bar Particular, à Rua Estácio de Sá, no coração do Gutierrez. Da última vez, lá pelas dez e tantas da noite, parei ao invés de seguir, afinal já me causavam vergonha tantos flertes sem uma boa investida.

As mesas de fora, tomadas, enquanto no interior a maior parte delas desocupada, mostra a clara preferência dos clientes pelo passeio, apesar da tempestade que se dera poucas horas antes. Como já havíamos nos molhado o suficiente para aquela véspera de feriado, optamos por ficar em uma das mesas da fileira defronte à TV, que exibia o último show dos Rolling Stones no Rio. Enquanto houve energia no bairro, é claro.

Para beber fomos de Original (R$ 5,50) em detrimento de Brahma e Skol (R$ 4,90) e da Backer long neck (R$ 6,00). A cerveja, bem gelada, assim se manteve até o final de cada garrafa, haja vista a cortesia do bar em nos oferecer o porta-garrafas térmico, a popular “camisinha”, hoje em desuso na maior parte dos bares e restaurantes.

Seja como for, o certo é que a cerveja gelada pedia um petisco, e dentre as opções listadas no cardápio foi o nhoque a palito recheado com requeijão (R$ 17,00) que, por sua originalidade, mais nos chamou a atenção. Principalmente depois de ter sido assegurado não se tratar de porção massuda, daquelas que empanzina quando combinada à cerveja. Casando o nhoque com o ragu da casa, servido em uma tigelinha e pelo qual se paga mais R$ 3,00, temos um ótimo petisco. Apesar de todos os seus predicados, o prato deve ser evitado pelos mais famintos, já que mal atende duas pessoas.

Vale destacar que a direção do bar mudou há não mais do que dois meses, tendo sido assumida por três biólogos que se lançaram no ramo. Para não frustrar a fiel clientela do Particular, o carioca Fábio, que atendeu a nossa mesa, garantiu que o cardápio foi mantido em sua maioria. A contar por essa minha boa primeira visita, não estranharei se na nova fase o local permaneça tão disputado quanto antes.

Serviço:
Bar Particular
Rua Estácio de Sá, 10 - Gutierrez
Tel: 3292-7692
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domingo, 16 de outubro de 2011

Alambique Cachaçaria - 08/10/2011


Não ia ao Alambique há bons anos, e pude ver o quanto a casa cresceu desde a minha última visita. Não sou nenhum expert em bares com música ao vivo, mas tenho visto que a organização é vital para a sobrevivência deste tipo de estabelecimento. Talvez seja este o motivo de tantos anos de sucesso por ali.

Na entrada, a recepção por seguranças com detectores de metal, seguidos de uma breve parada no caixa para o validamento da comanda de papel, depois da devida conferência de identidade. Tudo preparado para que o cliente possa relaxar e desfrutar daquilo que é oferecido pela casa.

Nos sábados há apresentações de cantores sertanejos, estilo este que é marca registrada do lugar, quando homens pagam R$ 36,00 e mulheres R$ 20,00 pela entrada. São vários os ambientes, mas a escolha preferencial da clientela é pela pista de frente ao palco, onde o som é mais alto e a paquera rola solta.

Para beber há Itaipava Fest long neck a R$ 7,00, ou Whisky Red Label custando R$ 12,00 a dose. Só que em terra de Alambique quem reina é a cachaça (no caso a Germana), que é servida em dose, a R$ 5,00, ou compondo algum dos variados drinks e coquetéis, como a Caipirinha da Maracujá, a R$ 7,00.

Se der vontade de petiscar algo em meio à agitação, os bares do Alambique oferecem petiscos custando a partir de R$ 13,00. E com o final das apresentações musicais, os DJ’s assumem o comando das pistas, mandando ver no Funk, Pop Rock e, claro, mais Sertanejo.

Serviço:
Alambique Cachaçaria
Av. Raja Gabaglia, 3200 - Estoril
Tel: 3296-7188
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Bar do Caixote - 07/10/2011 (Estabelecimento fechado)

O Bar do Caixote foi inaugurado em 1991, e em função da sua originalidade foi adquirindo fama ao longo dos vinte anos de existência, recebendo inclusive menção no New York Times em matéria sobre os botecos de BH. Por lá nada de cadeiras, mas somente os seus tradicionais engradados de madeira. Na verdade até introduziram algumas banquetas para quem preferir os balcões próximos à entrada, é bem verdade. Mas são poucos, e os caixotes permanecem hegemônicos.

Em vários dos dias da semana, dentre os quais as sextas-feiras, há apresentações de cantores de bar, que mandam ver no samba, MPB e cia. Neste dia o interior do boteco fica tomado, e o passeio mais ainda. Depois das 23h, quando vence o prazo do cantor, uma jukebox é disponibilizada aos clientes, e daí em diante o repertório varia do pagode ao tecnobrega. Alguns clientes mais animados dançam em meio ao aperto, e os poucos garçons, que parecem também se divertir em meio ao furdunço, se desdobram para dar conta da demanda.

Para beber, o cardápio lista a Antarctica, que como na maioria dos bares inexiste na prática, além de Brahma, Skol (ambas a R$ 4,90), Bohemia e Original (R$ 5,50). Há também refrigerantes e sucos de variadas polpas (R$ 3,00). Tudo servido em temperatura ideal, o que se torna um verdadeiro incentivo a se tomar várias, mas acaba por virar problema quando é chegada a hora de conhecer o banheiro. A estrutura do mesmo não condiz com o tamanho da clientela, e além do mais não há freqüência na limpeza e reposição de sabonete e papel toalha, forçando os clientes a enxugarem as mãos em suas próprias roupas.

Da cozinha saem pratos como o lombo na chapa com fritas ou o fígado com jiló acebolado, ambos a R$ 20,00 em porções que servem de duas a três pessoas. No primeiro petisco o destaque são apenas as batatas, crocantes por serem corretamente fritas depois de cortadas pelas próprias cozinheiras. Já o segundo desaponta pelo exagerado tamanho dos cubos de fígado, que mal cabem à boca se não forem previamente diminuídos com garfo e faca.

Ao final considero que a cotação REGULAR é garantida pelo curiosa atmosfera do boteco. Este é o principal ingrediente da receita de sucesso do Bar do Caixote, e de certa medida compensa tanto a cozinha quanto a higiene, ambas necessitando de ajustes.

Serviço:
Bar do Caixote
Rua Nogueira da Gama, 189 - Bairro João Pinheiro
Tel: 3376-3010
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Atualização: O Bar do Caixote encerrou as suas atividades em 2012.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Diva Gourmet - 03/08/2011



Fui a este bar poucos dias após a sua inauguração, na primeira semana de agosto. No mesmo ponto funcionava antes o Carioca Beer, que não resistiu ao pouco movimento, e então cedeu lugar ao Diva, cuja proposta, a primeira vista, nos pareceu mais original que a do anterior.

De cara o garçom nos informou que não estavam aceitando qualquer tipo de cartão. Entendemos, já que a casa havia sido recém aberta, apesar de que não poderíamos prolongar nossa estada, uma vez que eu estava sem o talão de cheques e com pouco dinheiro em espécie.

Pedimos algumas bebidas, a exemplo do chope Krug Bier, que não custa mais do que R$ 4,00, e também sucos naturais. Depois de conhecermos o cardápio, escolhemos uma das variedades de carne na brasa, opção prontamente rechaçada pelo garçom, o qual alegou que a mesma não demoraria menos do que 50 minutos para ficar pronta.

Partimos então para a seção de peticos, onde encontramos uma porção de fritas em formato chips com molho a bolonhesa e queijo minas ralado, custando algo em torno de R$ 13,00. Uma descarada cópia da famosa e saborosa Fritas 3 em 1 do Silvio's Bar, mas diante das limitações da casa naquele dia, optamos por ela. Alguns minutos depois o garçom deixa em nossa mesa a porção, e para nosso absoluto espanto, a batata é industrializada. E nem ao menos são Ruffles ou Pringles, mas alguma marca inferior.

Ficamos muito desapontados e pedimos a conta tão logo a porção foi experimentada. Manifestamos ao garçom a nossa chateação, mas infelizmente ele não fez nada além de proferir um rosário de desculpas. O detalhe é que o dono (ou dona) estava presente, e portanto a cozinha não serviu o sofrível petisco sem o conhecimento deste.

Após o pagamento, rumamos diretamente para o Silvio's Bar, a fim de me reencontrar com a sua original cozinha, e já aproveitei para desabafar do ocorrido com algum dos garçons que conheço. A cotação REGULAR que atribuo ao Diva serve como um incentivo, pois apesar de tudo quero crer que os lapsos se deram em função da correria dos primeiros dias de funcionamento.

Serviço:
Diva Gourmet
Av. Vicente Risola, 725 - Santa Inês
3309-0600
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Autêntico's Bar - 30/09/2011



O Buritis é um bairro que, apesar de já tomado por grandes prédios, teve seu crescimento em um período mais recente, e este traço acaba por refletir em seus bares e restaurantes. Nele nada dos botequins de esquina, mas tão somente um mundo de “espetinhos” e pizzarias, cujo movimento é garantido pelos alunos das várias faculdades ali existentes, ou pelos jovens casais que habitam a região.

Foi pensando nisso, certamente, que o proprietário do Autêntico ’s abriu um bar com cara de boteco e lhe batizando este nome. Dentro dele nada de perfuminhos no banheiro ou mesinhas de madeira com a logomarca da cerveja Sol ou da Itaipava. Ao contrário, para lembrar os nossos legítimos botecos de esquina, tem que faltar o papel toalha no banheiro, para que as mãos depois de lavadas deslizem na maçaneta por alguns minutos, até que finalmente seja possível abrir a porta emperrada.

Partindo do banheiro para a cozinha, o cardápio do Autêntico’s lista não mais do que 10 opções de petiscos, destacando-se os quatro pratos que concorreram no Festival Comida di Buteco, que custam de R$ 27,00 a R$ 30,00. Além destes, há também porções triviais, como as fritas ou bolinhos de queijo, que variam de R$ 15,00 a R$ 26,00.

Avaliadas as possibilidades, fomos de “Atola Coxa” (R$ 26,90), prato composto por doze coxinhas da asa de frango fritas, acompanhadas pelos molhos de mostarda e de manga. O fato do Caldo Knorr (ou similar) ter sido o gosto mais evidente no molho de maga foi uma derrapada, que apesar de tudo não comprometeu sobremaneira o petisco, haja vista a correta fritura das coxinhas.

A cerveja Original, apesar de gelada durante toda a minha estada, é vendida pelo boteco a R$ 6,38 com os 10% do serviço, preço este comparável ao de barzinhos da moda em Lourdes. Já dentre os sucos, o único preparado no próprio bar é a limonada, oferecida a R$ 3,50 cada copo.

A cozinha com algum diferencial, assim como o bom atendimento de garçons e proprietário, fazem do Autêntico's um bar REGULAR, cotação esta que melhoraria não fosse o apressado horário de funcionamento da cozinha, que em plena sexta se encerra às 23h, e a fraca higiene no banheiro. Seja como for não há como negar que o boteco faz jus ao seu nome, sobretudo quando comparado aos demais do Buritis.

Serviço:
Autêntico's Bar
Av. Prof. Mário Werneck, 895 - Buritis
Tel: 3378-3215
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sábado, 1 de outubro de 2011

Curtas de Setembro




- Certos bares eu visito com alguma frequência, e dentre os quais eu destaco o Amarelim do Prado. Muitos vão dizer que o boteco não raramente peca pelo atendimento ou pela higiene, o que vou concordar. Por outro lado, é dos poucos que salva aquele almoço extemporâneo de domingo, ou seja, uma boa janta para os que se esqueceram de almoçar. Nos domingos de clássico na Arena do Jacaré eu evito, afinal aquele quarteirão da Av. Francisco Sá se transforma em refúgio dos milhares de órfãos do Mineirão. Não sendo este o caso, a sua inconstante galinhada atende fartamente duas pessoas por R$ 22,00. Se os famintos estiverem em maior número, é possível que todos se saciem por R$ 28,00 (refeição para quatro), o que faz da panelada ótima pedida aos glutões de plantão.

- Impressionante como em Belo Horizonte não é possível indicar estabelecimentos, haja vista a irregularidade dos serviços. Além da queda observada no Surubim no Espeto, assunto de nosso último post, dias desses voltamos em duas casas onde o atendimento e a qualidade da comida apresentaram alguns deslizes: Bar & Boi e Dona Margherita, que até então andava sugerindo como referência na Fleming e como referência em rodízios de pizza, respectivamente.

- Desde o dia 6 de setembro acontece o Circuito Gastronômico da Pampulha, que vai até 20 de novembro. Tenho conversado com alguns dos vários amigos que habitam a região sobre o festival: como seria interessante uma condução mais agressiva deste evento, a fim de torná-lo páreo aos festivais que simplesmente ignoram a charmosa Região da Pampulha, verdadeiro patrimônio dos belo-horizontinos.